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quinta-feira, 21 de maio de 2009

mulheres sofrem discriminação remuneratória


O "Eurofound" acabou de publicar um estudo, o qual mostra que, entre 28 países, Portugal é o país onde a discriminação de remunerações com base no género é maior. Em Portugal, a remuneração média das mulheres é inferior, à dos homens, em 25,4%, sendo apenas ultrapassado pela Eslováquia. Mas isto é um valor médio. Se fizer uma análise mais fina por nível de escolaridade, por qualificação profissional e por sector de actividade utilizando dados divulgados pelo próprio governo (Ministério do Trabalho e Solidariedade Social) conclui-se que, para muitas mulheres, a discriminação a que continuam sujeitas é muito maior.

A discriminação remuneratória a que a mulher está sujeita no nosso País é tanto maior quanto mais elevada é a sua escolaridade. Em 1995, por ex., o ganho médio das mulheres com um nível de escolaridade inferior ao 1º ciclo do ensino básico era inferior ao dos homens, com o mesmo nível de escolaridade, em -19%, enquanto, no mesmo ano, uma mulher com o ensino superior ganhava em média entre -28,5% e -40% do que um homem com o mesmo nível de escolaridade. E em 2006, as primeiras – com escolaridade inferior ao 1º ciclo do ensino básico - ganhavam (menos) -19,1% do que os homens, enquanto as segundas – as com o ensino superior – ganhavam (menos) entre -31,8% e -34,4% do que os homens.

A discriminação remuneratória da mulher é também tanto maior quanto mais elevada é a sua qualificação. Por ex., em 1995, o ganho médio da mulher pertencente ao grupo dos "quadros superiores" era inferior ao do homem com idêntica qualificação em -24,8%, enquanto a nível do grupo de "praticantes e aprendizes" essa diferença era apenas de -7,8%. Entre 1995 e 2006,a situação até se agravou. E isto, porque em 2006, o ganho médios das mulheres do grupo "quadros superiores" era inferior ao dos homens em -29,7% (-4,9 pontos percentuais do que em 1995), enquanto o ganho médio das mulheres do grupo "praticantes e aprendizes" era inferior ao dos homens em -7,9% (- 0,1 ponto percentual do que em 1995). Se se analisar a variação verificada no período 2004-2006 entre os ganhos médios dos homens e os das mulheres conclui-se que, entre 2004 e 2006, o aumento médio verificado nos ganhos das mulheres pertencentes ao grupo "quadros superiores (+106,66€) foi inferior à subida registada no ganho médio dos homens no mesmo período (+249,54€) em -57,3%; enquanto a nível de "praticantes e aprendizes" o aumento dos ganhos das mulheres (+31,97€) foi inferior ao dos homens (+42,18€) em -24,2%, ou seja, um valor que é menos de metade do verificado no grupo com qualificações mais elevadas.

A descriminação remuneratória das mulheres também é desigual a nível de sectores de actividade atingindo, em alguns deles, valores chocantes . Por ex., a descriminação remuneratória da mulher é extremamente acentuada na "Industria Transformadora" e nas " Outras actividades de serviços colectivos, sociais e pessoais", e não melhorou nos últimos anos. Em 1995, o ganho médio da mulher na indústria transformadora era inferior ao do homem em -32,6% e, em 2006, continuava a ser inferior em -31,9%. Em relação ao sector "Outras actividades de serviços colectivos sociais e pessoais", em 1995, o ganho médio da mulher era inferior ao dos homens em -46,5% e, em 2006, em -42%.

As entidades patronais obtêm elevados lucros extraordinários à custa da sobre-exploração que resulta da discriminação remuneratória a que continuam sujeitas as mulheres em Portugal. No 2º Trimestre de 2008 existiam em Portugal 1.879.900 trabalhadoras por conta de outrem. Se retirarmos as trabalhadoras da Administração Pública ficarão 1.487.900. Se multiplicarmos este total pela diferença entre o ganho médio de um homem e de uma mulher em 2008, que deverá rondar os 249,54€/mês. Este valor seria aquele que as entidades patronais teriam de pagar a mais às trabalhadoras por conta de outrem se não existisse discriminação remuneratória em Portugal com base no sexo. Se acrescentarmos a parcela que resulta da discriminação salarial impostas às trabalhadoras com "falsos recibos verdes" obtém-se 6.068 milhões por ano. Este valor dá bem uma ideia dos elevadíssimos lucros extraordinários obtidos anualmente pelas entidades patronais da discriminação a que continuam a sujeitar as mulheres em Portugal.


Podemos concluir que muitas empresas violam a Constituição e o Código do Trabalho e, que contratar uma mulher sai mais caro para uma empresa do que contratar um homem pois uma mulher tem mais benefícios do que o homem tais como a licença de maternidade, uma maior flexibilidade de horários durante o período de aleitação, entre outros. Outro factor pelo qual as mulheres sofrem uma discriminação remuneratória e o facto de os homens aceitarem mais facilmente viajar em trabalho ou transferências que são propostas pelas empresas quando estas estão espalhadas pelo pais ou ate mesmo pela Europa.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

salário mínimo, rendimento social de inserção e microcrédito.

O que é o salário mínimo nacional?

O salário mínimo é uma remuneração mínima estipulada por um governo para determinado número de horas trabalhadas. O salário mínimo é diferente em cada país.


Quanto é o salário mínimo nacinal?

Em Portugal, desde 1 de Janeiro de 2009, o salário mínimo nacional é de 450,00 euros por mês.


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio_m%C3%ADnimo



O que é o rendimento social de inserção?

O rendimento social de inserção consiste numa prestação incluída no subsistema de solidariedade e num programa de inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das suas necessidades essenciais e que favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária.
A prestação do rendimento social de inserção assume natureza pecuniária e possui carácter transitório, sendo variável o respectivo montante.
São titulares do direito ao rendimento social de inserção as pessoas com idade igual ou superior a 18 anos e em relação às quais se verifiquem as condições estabelecidas na presente lei.
Poderão igualmente ser titulares do direito ao rendimento social de inserção as pessoas em relação às quais se verifiquem os demais requisitos e condições previstos na lei, nas seguintes situações:
a) Quando possuam menores a cargo e na sua exclusiva dependência económica;
b) Quando sejam mulheres grávidas.



Quanto é o valor do rendimento social de inserção?

O rendimento social de inserção actualmente é de 187,18€,mas pode variar independentemente do agregado familiar. Além disso confirma-se que o valor médio de inserção é de 91,94€.

Fonte: http://www.portugal.gov.pt/portal/pt/governos/governos_constitucionais/gc15/ministerios/msst/comunicacao/outros_documentos/20030521_msst_doc_rsi.htm



O que é o microcrédito?

Microcrédito são operações em que instituições especializadas emprestam pequenas quantias de dinheiro para empreendedores de baixa renda que dificilmente conseguiriam abrir uma conta num banco. Um dos diferenciais deste tipo de empréstimo é que a única exigência para obtê-lo é que o dinheiro não seja utilizado apenas para consumo, mas com finalidades produtivas, como abrir um pequeno negócio. O empreendedor não precisa comprovar renda ou dar garantias e toma o dinheiro emprestado - no Brasil, a média é de R$ 1,500 mil por empréstimo - e pode pagar com juros menores que o mercado.
O empréstimo pode ser obtido individualmente ou em grupos, como acontece na metodologia criada pelo ganhador do prêmio Nobel da Paz deste ano, o economista
Muhammed Yunus. " Assim um ajuda o outro a pagar. Em um mês que um não pode, os outros pagam", explica o economista Paul Singer.


Fontes: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,AA1323681-9356,00.html

terça-feira, 24 de março de 2009

Autoeuropa

autoeuropa (trabalho) autoeuropa (trabalho) zambroes4ever

quinta-feira, 5 de março de 2009

Auto- Europa

Auto-Europa_trabalho de Adriana Lima Do 10ºD

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Processo Produtivo do chocolate

Processo produtivo:

Passa pelas seguintes etapas:
- Compra da Matéria-Prima;
- Processamento do Produto;
- Atendimento ao Cliente.

O processamento:

Segue os seguintes passos:
- 1º. Ralar: O chocolate (barras) deve ser ralado;

- 2º. Derreter: Derreter o chocolate, parece muito simples, e é, mas seguindo as técnicas adequadas. Para que o chocolate fique com brilho, boa textura e quebra, a temperatura nunca pode ultrapassar 42º. Pode ser feito através dos seguintes processos:
* Derretedeira: É a melhor e mais adequada maneira para essa operação, existe um equipamento próprio e especial para garantir e facilitar esse trabalho.
* Microondas: o seu uso, para o derretimento, é perigoso pois por sua agilidade pode aquecer além do necessário alterando a estrutura do chocolate.
* Banho-Maria: Esse processo também pode ser utilizado, porém, deve-se tomar cuidado com o vapor, pois em contacto com o chocolate, pode altera-lo, danificando o produto.

- 3º. Temperatura: É a mais importante, depois de derretido e muito bem misturado, deve colocar-se o chocolate sobre uma pedra (mármore ou granito). Na falta dessa pedra, derramar o chocolate sobre um recipiente raso e largo, e iniciar movimentos com uma espátula. Testar a temperatura, 29º, encostando um pouco de chocolate logo abaixo dos lábios, a sensação deve ser fria. Para que o chocolate cristalize perfeitamente, essa operação deve ser efectuada à risca, o movimento é fundamental durante o resfriamento pois o chocolate não deve arrefecer parado.
O chocolate deverá passar sempre pela Temperatura antes de utilizado.

- 4º. Produtos:
Podem ser:
* Ovo de Páscoa: Aplicar 3 camadas de chocolate. A cada camada retirar o excesso cobrir com papel manteiga e levar ao frigorífico virado para baixo. Na última camada fazer as bordas.
* Ovo Recheado: Aplicar 2 camadas de chocolate, uma de recheio, e vedar com outra camada de chocolate. Fechar bem para não sair o recheio.
* Bombons. Para as casquinhas, 2 camadas de chocolate é o suficiente, aplicar o recheio e tapar com o chocolate. As camadas devem ser bastante finas.


- 5º. Embalagem e Armazenagem: Embalar com papel chumbo para vedar bem e conservar a qualidade até a hora do consumo, devem ser armazenados em latas bem fechadas ou caixas de papelão, longe da luz, calor e humidade.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Olá


Olá Olá!

bem parece que consegui stora! =)


Sou a Adriana Lima, tenho 16 anos. Sou aluna nº 1 do 10º D da Escola Secundaria Alves Redol.


e o sumário da primeira lição, que foi no dia 16/09/08 é:

sumário: "apresentação"